domingo, 28 de junho de 2015

Desentranhamento Poético Coletivo

Produzido a partir do documentário “Só 10% é mentira” sobre Manuel de Barros.

A poesia não é pra ser compreendida!
Eu não sou biografável.
Borboleta é uma cor que “avoa”.
As coisas não querem ser vistas por pessoas razoáveis.
Me encostei no azul da sua tarde!
Poesia você não compreende, você incorpora.
Nasceu com uma disfunção lírico-afetiva.
Poeta: sujeito com mania de comparecer aos próprios desencontros.
Sobre o nada eu tenho profundidade.
Me chamaram de imbecil, chorei...sou fraco pra elogios.
O esplendor da manhã não se abre com faca.
Isso não quer dizer porra nenhuma.
Poesia não é pra compreender.
A invenção serve pra aumentar o mundo.
Inutensílios: máquina de esticar o horizonte, marquina de guardar o silêncio. 
O desenho verbal é colocar alguma imagem na vista do leitor.
Poesia é pedra.
Poesia é voar além das asas.
Tudo que não invento é falso.
O que vem do fundo é a pura verdade. 

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Imagem poética e corpo

Depois de um momento de leitura dos versos feitos durante a aula, os alunos do primeiro semestre expressam a poesia com o corpo.

Obs: clique nas imagens para ampliar.






Inspiração

Poema inspirado na música Roda Viva de Chico Buarque. 

Versos

Roda viva que mata
Sonhos da população
Matou até a serenata
Que alegrava o coração

Roda viva que não deixou
O povo ter iniciativa,
Roda viva que acabou
Com as expectativas 

A viola parou de tocar 
De saudade a mulata morreu
Na rua a gente não pode cantar
O samba desapareceu.

Aluna: Gilderlândia Medeiros 

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