Tertúlia feita com a
turma do 4º semestre, na componente Literatura Brasileira
Quando eu escutei ‘rock rural’, eu
lembrei do Cocoricó. Na minha cabeça, passar férias na fazenda é muito rock
rural.
O locus
amoenus faz muito sentido, fugir da cidade. No campo você não precisa de
nada.
Diante da angústia, o meu quarto é
meu mundo, é o lugar ameno. Onde tem os meus livros e discos e relaxo.
O que é inútil para mim pode não ser
inútil para outro. Para mim é o Carpe Diem.
O que eu posso me dar com prazer hoje.
Todas as expressões se encaixam na
minha vida. Se fosse há dois anos eu queria morar no centro de Nova York, mas
agora não tanto.
O locus
amoenus eu coloco como um estado da minha vida. Um refúgio ameno. É sensacional
essa música. O limite do corpo e nada mais. Me entrega para vida, sem buzinas
nos ouvidos.
Eu fiquei o dia todo numa chácara. É
realmente paz de espírito. É tanto problema, que quando você vai é como se nada
importasse. Sente alívio. Eu estava entre meus melhores amigos, tentando deixar
de lado os eletrônicos, o que me deixou mais leve.
Eu sou muito vida louca. De vez em
quando a gente tem que buscar paz, mas eu prefiro a praia na cidade.
Estou aproveitando a vida. Quero
tudo. Essa música é oda eu. Eu quero casa no campo, ter plantas, bichinhos,
receber amigos. Casa da Jasci.
A minha casa no campo é pertinho da
casa da Jasci. Casa com rio, que eu possa pescar com meus amigos. Eu gosto de
dormir e acordar 05;30 com os cantos dos pássaros. Quero criar meus bichos, meu
bode, ter um pomar. Ter uma casinha simples sem bugigangas. Na cidade a gente
tem medo de ser assaltada.
O pôr do sol é lindo no campo. Contar
histórias em volta da fogueira. A Elis viu num festival e quis gravar.
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