terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Tertúlia feita com a turma do 4º semestre, na componente Literatura Brasileira

Quando eu escutei ‘rock rural’, eu lembrei do Cocoricó. Na minha cabeça, passar férias na fazenda é muito rock rural.
O locus amoenus faz muito sentido, fugir da cidade. No campo você não precisa de nada.
Diante da angústia, o meu quarto é meu mundo, é o lugar ameno. Onde tem os meus livros e discos e relaxo.
O que é inútil para mim pode não ser inútil para outro. Para mim é o Carpe Diem. O que eu posso me dar com prazer hoje.
Todas as expressões se encaixam na minha vida. Se fosse há dois anos eu queria morar no centro de Nova York, mas agora não tanto.
O locus amoenus eu coloco como um estado da minha vida. Um refúgio ameno. É sensacional essa música. O limite do corpo e nada mais. Me entrega para vida, sem buzinas nos ouvidos.
Eu fiquei o dia todo numa chácara. É realmente paz de espírito. É tanto problema, que quando você vai é como se nada importasse. Sente alívio. Eu estava entre meus melhores amigos, tentando deixar de lado os eletrônicos, o que me deixou mais leve.
Eu sou muito vida louca. De vez em quando a gente tem que buscar paz, mas eu prefiro a praia na cidade.
Estou aproveitando a vida. Quero tudo. Essa música é oda eu. Eu quero casa no campo, ter plantas, bichinhos, receber amigos. Casa da Jasci.
A minha casa no campo é pertinho da casa da Jasci. Casa com rio, que eu possa pescar com meus amigos. Eu gosto de dormir e acordar 05;30 com os cantos dos pássaros. Quero criar meus bichos, meu bode, ter um pomar. Ter uma casinha simples sem bugigangas. Na cidade a gente tem medo de ser assaltada.

O pôr do sol é lindo no campo. Contar histórias em volta da fogueira. A Elis viu num festival e quis gravar.

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